Eficiência, empatia, comprometimento e transparência: um pouco sobre o Instituto Phi

junho 14, 2017 By lu-calaza

No primeiro ano, 2014, eles conseguiram apoio financeiro para 14 projetos sociais do Rio de Janeiro. Depois vieram mais 39 em 2015, mais 73 em 2016 e, agora, nos primeiros 4 meses de 2017, mais 80. Resultado: em pouco mais de três anos, o Instituto Phi, que faz a ponte entre quem quer doar e organizações sociais sérias, garantiu o apoio a um total de 206 projetos, de 54 organizações, que impactaram 288.625 pessoas direta e indiretamente e movimentaram R$ 10,7 milhões para o Terceiro Setor.

 

Aquele desejo próprio dos jovens de fazer a diferença no mundo foi o que moveu a publicitária Luiza Serpa a abandonar uma bem-sucedida carreira corporativa para criar o Instituto Phi e começar a bater nas portas de cariocas com alto poder aquisitivo para apresentar projetos de investimento social. A equipe era enxuta: Luiza, o jornalista Marcos Pinheiro e a economista Fernanda Tizatto. No ano passado, o Phi passou a atuar também em São Paulo e a equipe cresceu: agora, eles são sete. Uma turma que acredita no poder de transformação social de cada cidadão.

 

Como eles conseguiram chegar a um resultado tão bom num país em crise e com escassez de recursos fiscais? Com certeza não foi graças ao famoso “pistolão”:

“Sou de uma família de classe média, então tive que começar com uma pesquisa para saber em que portas bater, descobrir quem eram as pessoas com possibilidades de fazer doações.